Paquetá e Luiz Henrique inflamam o torcedor no segundo tempo
A Seleção Brasileira venceu o Chile por 3 a 0, nesta quinta-feira (4), no Maracanã, em mais uma partida das Eliminatórias da Copa. O time demorou a engrenar, mas cresceu com as entradas de Lucas Paquetá e Luiz Henrique, que contagiaram a torcida e ajudaram a dar mais volume ofensivo à equipe de Carlo Ancelotti.
Domínio total contra um adversário fragilizado
O Chile, lanterna da competição e com um elenco recheado de jovens, pouco assustou. O Brasil teve 22 finalizações contra apenas três dos visitantes e chegou a manter 70% de posse de bola em alguns momentos.
A estratégia ofensiva contou até com Wesley atuando como um falso ponta-direita para auxiliar o quarteto formado por Estêvão, Raphinha, João Pedro e Martinelli, que buscavam abrir espaços na defesa chilena.
Estêvão marca o primeiro com a Seleção
Aos 17 minutos, uma triangulação rápida entre João Pedro, Martinelli e Douglas Santos terminou com Estêvão balançando a rede pela primeira vez com a camisa da Seleção. Mesmo após o gol, o Brasil seguiu dominante, mas pecou nas finalizações até o intervalo.
Substituições mudaram o jogo
Com o ritmo caindo, Ancelotti promoveu mudanças que deram novo gás à equipe. Luiz Henrique e Andrey Santos entraram aos 20 minutos, seguidos por Paquetá e Kaio Jorge. A partir daí, a pressão aumentou e o placar se tornou mais elástico. Luiz Henrique brilhou com arrancadas, enquanto Paquetá trouxe organização ao meio.
Defesa mostra consistência, mas precisa de ajustes
Um dos pontos positivos foi o terceiro jogo consecutivo sem sofrer gols neste ciclo. No entanto, Casemiro e Bruno Guimarães tiveram que cobrir grandes espaços, algo que pode pesar diante de adversários mais fortes ofensivamente.
Mesmo com ajustes ainda necessários, a vitória reforça sinais de evolução da Seleção sob comando de Ancelotti, que ganha confiança para a sequência rumo à Copa.


