Por Redação O Analista | 25 de fevereiro de 2026
Casos de MPOX no Brasil registraram uma alta expressiva em fevereiro de 2026, acendendo um sinal de alerta nas autoridades de saúde. Segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde, o país já contabiliza 88 confirmações da doença este ano. O avanço é preocupante, visto que em apenas cinco dias — desde o balanço de 20 de fevereiro — o número de registros no território nacional praticamente dobrou, saltando de 48 para os atuais 88 casos
Apesar da curva ascendente, não houve registro de óbitos em solo brasileiro neste ano. De acordo com a pasta da saúde, a maioria dos pacientes tem apresentado quadros clínicos leves ou moderados, sem necessidade de internações críticas até o momento.
O mapa atualizado dos casos de mpox no Brasil
Atualmente, a concentração do vírus permanece desigual pelo território nacional, com a região Sudeste sendo o principal foco de atenção. O estado de São Paulo lidera isoladamente as estatísticas de casos de mpox no Brasil, concentrando 62 das 88 confirmações. Além disso, o Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 15 registros, seguido por Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Distrito Federal (1) e Paraná (1).
Como identificar e diferenciar as lesões?
Com o intuito de identificar a doença precocemente, é preciso saber diferenciar as marcas na pele de outras condições como herpes ou sífilis. Conforme explica a dermatologista Patrícia Ormiga, as lesões de mpox possuem estágios bem definidos. Primeiramente, ocorre a fase macular (vermelhidão plana), seguida pela fase papular (elevações sutis).

Em seguida, surgem as vesículas preenchidas por líquido. Por fim, as marcas tornam-se pústulas firmes com uma depressão no centro antes de secarem. Portanto, o isolamento é fundamental, pois o vírus continua sendo transmitido enquanto as crostas não caírem totalmente.
Fique por dentro e proteja-se!
Você achou este guia útil para entender o cenário atual da saúde no país? Assine a newsletter do jornal “O Analista” para receber atualizações epidemiológicas e dicas de prevenção diretamente no seu e-mail. Não se esqueça de compartilhar esta matéria com seus amigos e familiares para que todos saibam como identificar os sintomas precocemente!


