A filha de PM morta em Florianópolis chocou moradores da Capital após um duplo homicídio registrado na madrugada desta sexta-feira (23). Criminosos executaram a tiros uma mulher de 37 anos, filha de um policial militar da reserva, e o companheiro dela, de 35 anos, dentro de uma kitnet no bairro Tapera, no Sul da Ilha.
A Polícia Militar de Santa Catarina confirmou que encontrou o casal sem vida no local do crime.
Filha de PM morta em Florianópolis: cena indica vários disparos dentro da kitnet
Ao chegar à residência, a Polícia Militar constatou a porta de vidro quebrada, além de grande quantidade de sangue espalhada pelos cômodos. Ainda no local, os policiais localizaram diversos estojos de munição no quarto e na cozinha.
Dessa forma, os indícios apontam que os autores efetuaram vários disparos de arma de fogo, o que reforça a hipótese de execução. Logo depois, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina confirmou oficialmente as mortes.
Filha de PM morta em Florianópolis: Delegacia de Homicídios investiga o caso
A Delegacia de Homicídios assumiu a investigação logo após o atendimento da ocorrência. Agora, os policiais civis analisam imagens, ouvem testemunhas e buscam informações que levem à identificação dos autores.
Até o momento, a polícia não divulgou suspeitos nem confirmou a motivação do crime. No entanto, todas as linhas de investigação permanecem abertas.
Polícia identifica vítimas do duplo homicídio
A Polícia Militar identificou a filha de PM morta em Florianópolis como Juselaine Brugnago dos Santos, de 37 anos. O companheiro dela, Bruno Anjos Borges, tinha 35 anos.
Segundo a PM, Juselaine não possuía passagens policiais. Já Bruno acumulava 15 registros, incluindo ocorrências por receptação, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e ameaça. Ainda assim, a polícia reforça que o histórico criminal não define a motivação do assassinato, que segue sob apuração.
Crime gera comoção no Sul da Ilha
O assassinato da filha de PM morta em Florianópolis causou comoção entre moradores da Tapera, bairro tradicional do Sul da Ilha. Além disso, o fato de a vítima ser filha de um policial militar da reserva aumentou a repercussão do caso em todo o estado.
Por fim, a Polícia Civil solicita que informações que possam auxiliar a investigação sejam repassadas de forma anônima pelos canais oficiais.


