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O Analista Notícias > Blog > Operação > Megaoperação Carbono Oculto expõe fraudes bilionárias em combustíveis ligadas ao PCC
OperaçãoPolícia Federal

Megaoperação Carbono Oculto expõe fraudes bilionárias em combustíveis ligadas ao PCC

oanalistaonline
Última atualização: 2025/08/28 at 4:17 PM
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3 Minutos de leitura
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Uma das maiores operações já realizadas contra o crime organizado no Brasil foi deflagrada nesta quinta-feira (28), atingindo diretamente o setor de combustíveis. A Operação Carbono Oculto revelou um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro, controlado por facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Índice
Fraudes que lesaram consumidores e o EstadoPostos controlados por facções em Santa CatarinaO papel do PCC no esquemaComo funcionava o esquemaOperação nacional integrada

Fraudes que lesaram consumidores e o Estado

As investigações apontam que os consumidores pagavam por combustíveis adulterados ou recebiam volumes menores do que o registrado nas bombas. Além disso, donos de postos relataram que, ao vender seus estabelecimentos, nunca receberam o valor combinado e ainda sofreram ameaças de morte.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), as fraudes podem ter causado um prejuízo superior a R$ 7,6 bilhões.

Postos controlados por facções em Santa Catarina

Mais de 300 postos foram alvos da operação em oito estados, incluindo Santa Catarina, onde foram cumpridos mandados em Criciúma e Itajaí. Um levantamento divulgado pelo R7 aponta que pelo menos cinco postos catarinenses estão sob domínio de facções criminosas.

O delegado Daniel Régis, da DEIC, afirmou que o uso de postos por facções não é novidade, mas o levantamento mostra a expansão do crime organizado no setor.

O papel do PCC no esquema

O PCC utilizava centenas de empresas de fachada, usinas, terminais portuários, caminhões e até fundos de investimento para movimentar e dissimular recursos ilícitos. Entre os bens adquiridos estão fazendas avaliadas em R$ 31 milhões em SP e uma mansão de R$ 13 milhões em Trancoso (BA).

Segundo a Receita Federal, apenas uma fintech ligada ao grupo movimentou R$ 46 bilhões entre 2020 e 2024, atuando como um “banco paralelo” do crime organizado.

Como funcionava o esquema

• Adulteração de combustíveis: uso de metanol para fabricar gasolina fora das especificações da ANP.

• Sonegação fiscal: mais de R$ 8,6 bilhões em tributos federais foram fraudados.

• Lavagem de dinheiro: cerca de mil postos em dez estados movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024.

• Fundos de investimento e fintechs: usados para blindagem patrimonial e ocultação de valores.

Operação nacional integrada

A Carbono Oculto mobilizou 1.400 agentes de órgãos como MP, PF, polícias estaduais, Receita Federal, ANP e secretarias estaduais. Foram cumpridos 14 mandados de prisão, 54 de busca e apreensão e bloqueios de bens de 41 pessoas físicas e 255 jurídicas.

O especialista em segurança pública Welliton Caixeta Maciel lembra que o envolvimento do crime organizado no setor vem desde os anos 1990:

“O setor de combustíveis oferece infraestrutura para lavagem de dinheiro, expansão territorial e fortalecimento de facções como PCC, Comando Vermelho e Família do Norte.”

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MARCADO: Bilhões, Combustível, Fraudes, megaoperação, PCC, postos de combustíveis
oanalistaonline 28 de agosto de 2025 28 de agosto de 2025
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