A Morte de Wanderlei Berlanda em SC no último sábado (4 de abril de 2026), aos 61 anos, em sua residência em Curitibanos, no Meio-Oeste catarinense. O empresário estava acompanhado de familiares no momento do ocorrido. Segundo informações preliminares da assessoria do Grupo Berlanda, a causa da morte foi natural, decorrente de complicações de saúde que ele vinha tratando reservadamente nos últimos meses.
O velório ocorreu na Câmara de Vereadores de Curitibanos, cidade onde Wanderlei consolidou a sede de sua rede de varejo. Além disso, o sepultamento reuniu centenas de colaboradores, amigos e autoridades locais, que prestaram as últimas homenagens ao “visionário do varejo”. Todavia, o impacto de sua partida ecoou por todo o estado, com notas de pesar emitidas pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/SC) e outras entidades de classe.
Uma trajetória de visão e coragem
Wanderlei não era apenas um administrador de números; ele personificava o espírito do “fazer acontecer”. Consequentemente, sua atuação transformou a Berlanda em uma potência nacional, gerando milhares de empregos diretos e indiretos no Grande Oeste e em todo o território catarinense. Todavia, seu sucesso nos negócios nunca o afastou de suas raízes, mantendo sempre o foco em uma gestão humanizada e próxima dos colaboradores.
Paixão pelo esporte e impacto social
Para além dos escritórios, o empresário encontrava no esporte uma válvula de escape e uma forma de retribuir à sociedade. Dessa forma, Berlanda tornou-se um grande incentivador de modalidades locais, apoiando clubes e atletas com o mesmo entusiasmo que dedicava às suas lojas. “Perdemos um homem que acreditava no potencial humano acima de tudo”, declarou um representante da classe empresarial local em nota oficial. Ademais, seu apoio ao esporte amador e profissional ajudou a projetar nomes de Santa Catarina em competições por todo o país.
Legado e reações no estado
A notícia sobre a morte de Wanderlei Berlanda em SC gerou uma onda de homenagens nas redes sociais e em comunicados de entidades como a Facisc e a Fiesc. Portanto, a perda é sentida não apenas no campo econômico, mas na esfera social, onde sua presença era marcante em projetos comunitários. Entretanto, o conselho do grupo empresarial reforça que os valores de ética e expansão plantados pelo fundador continuarão guiando as próximas gerações da companhia.
Conclusão: o exemplo que permanece
Em suma, a história de Wanderlei Berlanda confunde-se com a própria evolução do comércio moderno em Santa Catarina. Ele provou que é possível construir um gigante empresarial sem perder a essência e o carinho pelo seu povo. Por fim, Santa Catarina se despede de um de seus filhos mais ilustres, cujo exemplo de trabalho e dedicação servirá de inspiração para os novos empreendedores que buscam transformar a realidade econômica do nosso estado.


