Um crime chocante que marcou o Sul catarinense continua sem um desfecho definitivo após uma década. A acusada Silvana Seidler permanece como a única mulher na lista oficial dos criminosos mais procurados pela Polícia Civil de Santa Catarina. Condenada a mais de 23 anos de prisão por matar a própria filha de 7 anos em Tubarão, ela fugiu logo após o crime e segue sem deixar rastros evidentes para as autoridades.
A tragédia na noite de dezembro em Tubarão
O caso começou em 22 de dezembro de 2014, quando a ré compareceu à delegacia para relatar o suposto desaparecimento da pequena Carol Seidler Calegari. No entanto, enquanto os policiais iniciavam os primeiros procedimentos, o corpo da menina foi encontrado dentro da própria casa da família, escondido em um quarto fechado sob caixas e brinquedos. Exames periciais confirmaram que a criança morreu por asfixia mecânica.
Fuga planejada e condenação no tribunal
Assim que a polícia descobriu o corpo na residência, a suspeita aproveitou a movimentação inicial para abandonar a cidade. Durante as investigações, os agentes constataram que Silvana Seidler articulou uma fuga rápida e bem estruturada. Anos depois, em 2021, o Tribunal do Júri julga e condena a ré à revelia por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Por isso, a Justiça expediu mandados de prisão definitiva que continuam em aberto.
Operação internacional para localizar Silvana Seidler
Atualmente, o nome da condenada integra a Difusão Vermelha da Interpol, o que permite a sua prisão em qualquer país credenciado. Além disso, a Polícia Civil mantém canais diretos para o recebimento de denúncias anônimas sobre o paradeiro da foragida. Caso você tenha qualquer informação sobre o caso, entre em contato com as autoridades pelo telefone 181 ou pelo WhatsApp do Disque-Denúncia (48) 98844-0011.
Denuncie: O sigilo é absoluto e garantido por lei. Ajude as forças de segurança a localizarem procurados pela Justiça.


