A maré alta em Florianópolis provocou diversos pontos de alagamento na tarde deste domingo, afetando diretamente a mobilidade urbana na capital catarinense. De acordo com informações oficiais, o fenômeno ocorreu devido à combinação de fatores meteorológicos e astronômicos. Dessa forma, motoristas que trafegavam por vias importantes enfrentaram grandes dificuldades e lentidão extrema.
Impactos da maré alta em Florianópolis na SC-405
O principal ponto de retenção ocorreu na SC-405, situada na região Sul da Ilha. Por conta do acúmulo de água na pista, o trânsito ficou praticamente parado até o final da tarde. Além disso, a geografia local favorece esse tipo de ocorrência, pois a região está mais exposta aos ventos que empurram o mar para a costa.
O Analista apurou que a situação exigiu atenção redobrada dos condutores. Entretanto, a SC-405 não foi o único local afetado pelo avanço das águas. Outros pontos estratégicos da cidade também registraram problemas semelhantes, complicando o retorno de quem aproveitou o final de semana na região.
Principais vias afetadas pelos alagamentos costeiros
Além do Sul da Ilha, houve registros críticos na Avenida da Saudade e na SC-401 Sul. A saída da Ponte Pedro Ivo, no sentido Ilha, também apresentou lâminas de água na pista, assim como a Avenida Gustavo Richard. Portanto, o sistema viário central e os acessos principais sofreram um efeito cascata de congestionamentos.
Especialistas explicam que a maré alta em Florianópolis foi intensificada por um ciclone extratropical em alto-mar. Esse sistema gerou ventos fortes de quadrante sul, que elevaram o nível do oceano. Assim, as ondas chegaram a atingir três metros em mar aberto, pressionando a drenagem urbana da capital.
Orientações da Defesa Civil para os motoristas
A Defesa Civil já havia emitido alertas prévios sobre a possibilidade de alagamentos costeiros em Santa Catarina. Segundo dados oficiais da Defesa Civil de SC, a fase da lua nova contribuiu para a maré astronômica mais alta. Por outro lado, o vento sul constante funcionou como um bloqueio para o escoamento natural das águas.
Para garantir a segurança, recomenda-se que a população evite o contato direto com as águas das cheias. Além disso, é fundamental não dirigir em locais alagados para prevenir acidentes ou danos mecânicos. Em resumo, os motoristas devem buscar rotas alternativas e acompanhar os boletins em tempo real antes de planejar deslocamentos em dias de alerta.



