By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
O Analista NotíciasO Analista NotíciasO Analista Notícias
  • Cidades
    • Antônio Carlos
    • Biguaçu
    • Florianópolis
    • Gov Celso Ramos
    • Palhoça
    • São José
Pesquisar
  • Advertise
© 2024 O Analista Online. Todos os direitos reservados.
Lendo: Licença-maternidade de 180 dias? Entenda o que realmente mudou após decisão do STF
Compartilhar
Cadastrar
Notificação Ver mais
Aa
O Analista NotíciasO Analista Notícias
Aa
  • Cidades
Pesquisar
  • Cidades
    • Antônio Carlos
    • Biguaçu
    • Florianópolis
    • Gov Celso Ramos
    • Palhoça
    • São José
Já possui uma conta? Cadastrar
O Analista Notícias > Blog > Variedades > Licença-maternidade de 180 dias? Entenda o que realmente mudou após decisão do STF
Variedades

Licença-maternidade de 180 dias? Entenda o que realmente mudou após decisão do STF

oanalistaonline
Última atualização: 2026/09/26 at 12:15 AM
oanalistaonline
Compartilhar
7 Minutos de leitura
Compartilhar

Decisão iguala direitos de mães adotantes e biológicas e garante 120 dias de licença, com possibilidade de prorrogação por mais 60. No entanto, os seis meses não valem automaticamente para todas as trabalhadoras.

Índice
O que o STF decidiu sobre a licença-maternidadeTrabalhadoras da iniciativa privada continuam com regras específicasSTF não obrigou todas as empresas a conceder seis mesesServiço público federal tem mudanças mais significativasMudanças também atingem outras carreiras públicasE as servidoras estaduais e municipais?Quem já estava de licença pode ser beneficiada?STF não aprovou 180 dias para todas as mãesCompartilhamento da licença também ficou de foraDecisão reforça igualdade entre maternidade biológica e adotiva

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que mães adotantes devem ter o mesmo período de licença-maternidade concedido às mães biológicas. A decisão amplia a proteção à maternidade adotiva e elimina diferenças que ainda existiam em algumas categorias profissionais.

Apesar disso, a informação de que o STF garantiu seis meses de licença-maternidade para todas as mães precisa de atenção. Isso porque o período de 180 dias continua dependendo das regras de cada vínculo de trabalho.

O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.495, proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), terminou em 23 de setembro de 2026.

O que o STF decidiu sobre a licença-maternidade

O principal ponto da decisão é a igualdade entre mães adotantes e mães biológicas.

Com isso, o período-base da licença passa a ser de 120 dias, independentemente de a maternidade resultar de gestação ou adoção.

Além disso, a licença pode ser prorrogada por mais 60 dias nos casos em que o regime de trabalho já prevê essa possibilidade.

Portanto, o STF afastou regras que concediam períodos menores às mães adotantes.

Trabalhadoras da iniciativa privada continuam com regras específicas

Para quem trabalha com carteira assinada, a mudança é menor.

A legislação já garantia 120 dias de salário-maternidade tanto para a mãe biológica quanto para a mãe adotante.

Assim, esse período permanece sem alteração.

Por outro lado, os 60 dias adicionais continuam ligados ao Programa Empresa Cidadã. Nesse programa, empresas participantes podem ampliar a licença de 120 para 180 dias.

Dessa forma, uma trabalhadora de empresa que não participa do programa continua com 120 dias de licença.

Já uma trabalhadora de empresa participante pode ter direito a 180 dias.

STF não obrigou todas as empresas a conceder seis meses

A decisão não obriga todas as empresas privadas a conceder 180 dias de licença-maternidade.

Na prática, o STF garantiu que mães adotantes e biológicas recebam o mesmo tratamento dentro das regras já existentes.

Portanto, se uma empresa concede a prorrogação para mães biológicas, não pode negar o mesmo benefício às mães adotantes nas mesmas condições.

Esse ponto é importante porque evita uma interpretação equivocada da decisão.

Serviço público federal tem mudanças mais significativas

O maior impacto aparece no serviço público federal.

Antes da decisão, a legislação permitia períodos menores de licença para servidoras que adotavam uma criança.

Em alguns casos, a servidora adotante recebia 90 dias. Em outros, o período podia cair para apenas 30 dias.

Agora, essa diferença deixa de valer.

Com isso, a servidora federal adotante passa a ter direito ao mesmo período concedido à gestante: 120 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60.

Mudanças também atingem outras carreiras públicas

A decisão também alcança outras categorias que tinham regras diferentes para adoção.

Entre elas estão integrantes do Ministério Público da União e das Forças Armadas.

Nesses casos, o STF afastou diferenças entre maternidade biológica e adotiva.

Consequentemente, as mães adotantes dessas carreiras passam a ter proteção equivalente à concedida às mães biológicas.

E as servidoras estaduais e municipais?

Para servidoras estaduais e municipais, o cenário exige mais atenção.

A ação julgada pelo STF discutiu normas federais. Por isso, estatutos estaduais e municipais não mudam automaticamente apenas por causa desse julgamento.

No entanto, o entendimento constitucional do Supremo reforça que mães adotantes não devem receber licença inferior à concedida às mães biológicas.

Assim, servidoras que ainda enfrentam regras diferentes podem procurar o órgão responsável pelo vínculo ou orientação jurídica especializada.

Quem já estava de licença pode ser beneficiada?

De acordo com as informações apresentadas sobre o julgamento, os efeitos da decisão valem a partir de 23 de setembro de 2026.

Dessa maneira, mães adotantes que ainda estavam de licença nessa data podem buscar a adequação do período.

Por outro lado, licenças encerradas antes da conclusão do julgamento não devem ser reabertas automaticamente.

Por isso, cada situação precisa ser analisada de forma individual.

STF não aprovou 180 dias para todas as mães

A Procuradoria-Geral da República defendia uma ampliação maior.

Entre os pedidos estava a concessão de 180 dias de licença para todas as mães, independentemente do vínculo profissional.

No entanto, o STF não acolheu integralmente esse ponto.

Assim, os 60 dias adicionais continuam dependendo das regras de cada regime de trabalho.

Na iniciativa privada, por exemplo, a prorrogação continua relacionada ao Programa Empresa Cidadã.

Compartilhamento da licença também ficou de fora

Outro tema discutido foi o compartilhamento do período de licença entre os responsáveis pela criança.

Nesse ponto, o Supremo não criou uma nova regra.

Portanto, o tema continua dependendo de uma eventual mudança legislativa.

Decisão reforça igualdade entre maternidade biológica e adotiva

O principal efeito do julgamento é reforçar a igualdade entre mães biológicas e adotantes.

Além disso, a decisão elimina regras que tratavam a maternidade adotiva de forma menos favorável em determinadas categorias.

Porém, os seis meses de licença ainda não se tornaram um direito automático para todas as mulheres.

Na prática, o período de 180 dias continua condicionado às normas aplicáveis a cada vínculo profissional.

Por isso, quem pretende solicitar a ampliação da licença deve verificar as regras da empresa, do órgão público ou do regime ao qual está vinculada.

Você pode gostar também

Jovem de SC termina tratamento contra câncer raro e sonha em ser mãe

Balneário Camboriú terá neve o ano inteiro em complexo de luxo de R$ 800 milhões

Comunidade, juventude e redes sociais: quem é Gabriel Faganello, de Biguaçu

Bar da Rosemere anuncia fechamento após cerca de 50 anos em SC

Operação especial agiliza chegada de substância experimental para Lito Sousa

MARCADO: INSS, maternidade, SFT
oanalistaonline 26 de setembro de 2026 27 de setembro de 2026
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Copiar link Imprimir
Compartilhar
Avatar photo
por oanalistaonline
Seguir:
Notícias das principais cidades de Santa Catarina, Brasil e Mundo!
Artigo Anterior Jovem de SC termina tratamento contra câncer raro e sonha em ser mãe
Deixe um Comentário Deixe um Comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Publicidade -

Últimas Notícias

Jovem de SC termina tratamento contra câncer raro e sonha em ser mãe
Câncer Sem categoria Variedades 26 de setembro de 2026
Calor volta ao Sul e Sudeste e pode chegar a 37°C no fim de semana
Tempo 25 de setembro de 2026
Comerciante mostra situação de calçada após chuva em Joinville
Chuva 23 de setembro de 2026
Rick e outras quatro pessoas morrem em queda de helicóptero em SC
Acidente 22 de setembro de 2026
O Analista NotíciasO Analista Notícias
Siga-nos
© 2025 O Analista Notícias. Todos os direitos reservados.
Bem vindo Novamente!

Entrar na conta

Esqueceu sua Senha?